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1) Tipo de Plano: Está cada vez mais raro ter um plano individual ou familiar, pois as grandes operadoras não estão oferecendo mais este tipo de serviço. Apenas operadoras menores ainda oferecem esta opção, mas com menos hospitais e laboratórios. Grandes empresas como Amil, Sul América ou Bradesco Saúde passaram a atender novos clientes apenas via planos coletivos (empresariais ou por adesão). São planos que podem ser feitos por empresas de qualquer porte (com o mínimo de dois segurados) ou por pessoas físicas, através de associações de classes profissionais ou sindicatos. Vale buscar informações sobre esta modalidade pois o valor costuma ser bem mais vantajoso e com rede hospitalar completa. A ressalva é que estes planos não são regulados pela ANS, e os índices de reajuste não são limitados pela agência reguladora.

2) Rede Hospitalar: Escolha antes quais os Hospitais e especialidades que você gostaria de ter acesso e depois consulte com o especialista quais planos oferecem estes hospitais, pois muitas vezes você não precisa ter o plano mais caro para ter o hospital que você quer.

3) Qualidade de atendimento: Verifique no site da ANS ou no site Reclame Aqui se a operadora que lhe interessa possui bons índices de qualidade ou muitas reclamações com relação a autorizações para exames e internações. É nas horas mais graves que é possível reconhecer o compromisso da Operadora com o cliente.
Não deixe também de perguntar a amigos e parentes quais planos eles possuem e se estão satisfeitos

4) Portabilidade: Antigamente, cada vez que o usuário pretendia escolher um novo plano de saúde ele precisava cumprir novamente todas as carências.
Este problema acabou desde que foi regulamentada a Portabilidade de Planos de Saúde. Com ela, quem não está satisfeito com o plano atual pode contratar um plano similar em outra operadora e eliminar a maioria das carências.

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